Não me provoque...

"Não me provoque, tenho armas escondidas...
não me manipule, nasci para ser livre...
Não me engane, não possso resistir...
Não grite, tenho péssimo hábito de revidar...
Não me magoe, meu coração já tem muitas mágoas...
Não me deixe ir, posso não mais voltar...
Não me deixe só, tenho medo da escuridão...
Não tente me contrariar, tenho palavras que machucam...
Não me decepcione, nem sempre consigo perdoar...
Não espere me perder, para sentir minha faltas..."
(Clarice Lispector)

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

“Quem sou eu como professor e aprendiz”

Tecnologias na educação ensinando e aprendendo com as TICs


Atividade 1.1



É uma pergunta que sempre me faço: Quem sou eu como professor... porém raramente me questiono como sou como aprendiz. Não tenho dúvidas que não sou um professor perfeito, muito, muito longe disso, porém tenho a consciência de que me esforço para ser um professor de exemplo.
Procuro sempre atiçar a curiosidade do aluno partindo do conhecimento que o mesmo tem sobre o assunto a ser estudado, porém faço de forma simples, deveria chamar mais atenção, buscando elementos práticos para haver interesse maior. A minha interação com o aluno é muito pequena, ainda, tenho resquícios de outra época onde o professor era a maior autoridade na sala, em algumas turmas eu consigo manter um ambiente interativo mas numa sala onde a disciplina é maior, tenho muitas dificuldades. Essa interação se dá através de diálogos e projetos que exigem um comprometimento maior do aluno.
Aprender com o aluno é rotineiro, pois é através da conversa que ele mostra o seu conhecimento e às vezes eles dão um show de aula, tenho como um exemplo uma viagem que fomos ao Parque Nacional das Emas, um aluno deu uma aula sobre o cerrado (vegetação, clima, etc) que todos que estavam presentes, professores e alunos, voltaram da viagem com um verdadeiro conhecimento.
Meus colegas de profissão sempre ensinam, através da forma como agem e reagem a certas situações, da criatividade para atender a alunos com aprendizagem precária.
Sempre digo que meu nome devia ser “Mudança”, pois todos os dias mudo alguma coisa, aprendo algo, então não tenho nenhum receio, nenhum medo. Sempre que posso busco mudar, mudar não é difícil, difícil é manter-se num ambiente onde o aluno não está.

Eliane Abadia Magalhães Vasconcelos

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